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Na SGS acreditamos que todos os nossos trabalhadores, independentemente da área de negócio e da sua localização, têm o mesmo direito a trabalhar num ambiente seguro. Também as exigências dos nossos clientes e a legislação dos países onde atuamos estão a caminhar no mesmo sentido: implementar medidas que concretizem os nossos valores éticos e morais e assegurando os mais exigentes requisitos de Qualidade, Saúde, Segurança e Ambiente. 

A função Operational Integrity (OI) foi criada na SGS como a mais alta autoridade corporativa em todas as questões de Qualidade, Saúde, Segurança e Ambiente (QSSA). As equipas globais e locais apoiam os gestores e supervisores na implementação de uma cultura de segurança responsável, em toda a nossa organização.

O protagonismo da OI na SGS vem de uma série de constatações que a companhia foi fazendo ao longo da sua história. A gestão da QSSA, objetivamente, salva vidas. Por isso, consideramos que é nossa obrigação para com todos os nossos trabalhadores e comunidades em que operamos, os nossos valores morais e sentido de integridade enquanto organização assim o exigem. Numa vertente mais operacional, a criação da função OI veio apoiar-nos a eliminar/mitigar os riscos operacionais, a cumprir os requisitos legais e a responder às expectativas dos nossos clientes.

Os objetivos de negócio não são alheios à gestão da QSSA. De facto, na SGS sabemos que trabalhar de forma segura é uma vantagem diferenciadora na conquista e fidelização de clientes. Sabemos, também, que as organizações que geram a sua Saúde e Segurança têm melhores resultados. Assim, o plano estratégico do Grupo SGS, conhecido como The 2014 Plan e que estabelece os objetivos de crescimento do Grupo no período 2010-2014, também estabelece as metas a alcançar pela função OI (ver abaixo). Segundo Chris Kirk, CEO do Grupo SGS, “uma gestão mais eficiente da QSSA irá ajudar-nos a cumprir os nossos objetivos de 2014. Foi para nos apoiar nessa tarefa que fundimos todas as funções independentes de QSSA na ‘cúpula’ Operational Integrity”.

Dinamização da Operational Integrity na SGS

A performance em QSSA é uma medida da eficiência operacional e uma métrica-chave do sucesso do negócio. Daí que a implementação no terreno e a gestão OI, na SGS, é da responsabilidade de cada gestor e supervisor operacional.

A equipa de profissionais OI, em parceria com os gestores, identifica oportunidades de melhoria e apresentam soluções. Em 2012 e até 2013, as equipas globais e regionais OI, com o apoio dos gestores regionais e de cada afiliada, estão a lançar uma série de projetos globais a toda a companhia, que irão afetar todos os trabalhadores da SGS, sem exceção:
- Sistema de Gestão OI – um único Sistema Integrado de Gestão;
- CRYSTAL - ferramenta global de report de incidentes;
- Regras SGS para a Vida – implementação de um conjunto de regras simples e claras, não negociáveis, cujo objetivo é reduzir as fatalidades;
- Higiene Industrial – contratação de profissionais e compra de equipamentos em todas as regiões;
- Implementação de uma ferramenta global de gestão integrada;
- Segurança Técnica – criação de materiais simples e práticos para sensibilização e formação (Take 5, Take 10, Take 15);
- Comunicação – criação de um portal (interno) agregador de todos os materiais multimédia e para impressão, aplicações móveis e ferramentas on-line;
- Verificação e governance – atualmente estão a decorrer auditorias prévias e a ser desenvolvidas normas globais, com implementação prevista para 2013.

Integração com o Plano de Continuidade do Negócio

A SGS presta serviços que, efetivamente, contribuem para o desenvolvimento do negócio dos seus clientes. Isto significa que a companhia detém dados, colabora em operações e assegura atividades que permitem aos seus clientes focarem-se no seu core business sem se preocuparem com as responsabilidades delegadas na SGS.

O Plano de Continuidade do Negócio é um instrumento transversal a todas afiliadas e operações do ‘universo’ SGS, que assegura a continuidade das operações e a minimização dos impactos no negócio dos nossos clientes.

Consoante as especificidades de cada área de negócio/país, é elaborado um Plano que, apesar de definir procedimentos e dar recomendações gerais para atuação em caso de emergência/crise e de minimização do impacto no negócio, caracteriza os riscos aplicáveis, define as missões dos vários intervenientes e aponta as formas de coordenação, direção e controlo em caso de incidente/acidente.

É algo de grande abrangência sendo capaz de dar uma pronta e adequada resposta a situações de verdadeira catástrofe (terramotos, inundações, incêndios, atos criminosos), bem como a situações de menor gravidade, mas talvez com maior frequência e igualmente com a possibilidade de afetação no negócio (avarias elétricas e falhas de comunicações).

Ao nível nacional, a SGS Portugal tem ainda a preocupação de integrar toda a vertente de Operational Integrity com os Planos de Emergência e de Continuidade do Negócio, por considerar que todas estas atividades aqui descritas estão a montante destes dois planos.

A última reunião da Equipa de Gestão de Crises decorreu em setembro passado, dia marcado também pelo lançamento oficial do CRYSTAL em Portugal.

As valências Operational Integrity na SGS
- QUALIDADE – implementar sistemas organizacionais, procedimentos e processos que criem os mais elevados padrões de qualidade do serviço;
- SAÚDE – a proteção da saúde e bem-estar de todos os trabalhadores é a maior prioridade da gestão da SGS;
- SEGURANÇA – todos os trabalhadores SGS têm igual direito a um ambiente de trabalho seguro;
- AMBIENTE – a legislação e normas ambientais são cumpridas e é prestado todo o cuidado para respeitar o ambiente natural;
- CONTINUIDADE DO NEGÓCIO – implementar um sistema de garantia da prestação dos serviços ao cliente em caso de acidente/incidente.

Objetivos Operational Integrity até final de 2014
- Eliminação de fatalidades e redução significativa de lesões;
- Gestão proativa dos riscos operacionais na organização (fogos, derrame de substâncias perigosas, grandes perdas patrimoniais, etc.);
- Todos os trabalhadores da SGS terão um ambiente de trabalho seguro;
- Os gestores executivos são os responsáveis operacionais pela QSSA, servindo os profissionais OI como apoio facilitador e especializado;
- Cumprimento por todas as afiliadas das regras QSSA legais e internas da SGS.

in SGS Global 31, novembro 2012