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Foi num auditório repleto que Nuno Vieira e Brito, Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, abriu o dia de trabalho dedicado às crises alimentares e à gestão do risco neste setor. 

Mais de 300 representantes de empresas produtoras, industriais, retalho, restauração e entidades públicas responderam ao repto lançado pela SGS Portugal e pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) e reuniram-se no dia 9 de outubro, numas jornadas dedicadas às crises e riscos alimentares, seus resultados em toda a cadeia de valor e quais as soluções disponíveis para prevenir novas situações e minorar os impactos, num setor que tem sido assolado pelas óbvias consequências de uma crise bem mais abrangente: a socioeconómica. 

O desgaste de reputação e falta de confiança criados por polémicas nos últimos anos foram vistos como resultados de uma má gestão com os meios de comunicação, de forma a esclarecer devidamente o consumidor sem falsos alarmismos e exageros de interpretação. Porque muitas das polémicas envolvem casos de fraude económica, com prejuízos para as empresas, mas sem reais perigos para a segurança dos consumidores.  

A internacionalização esteve em destaque, com peritos que apresentaram metodologias de Gestão do Risco envolvido, como a Qualificação de Fornecedores ou a Certificação, para acessos a mercados internacionais. Houve, igualmente, espaço para outro tipo de informação mais especializada e técnica, como a nova legislação da rotulagem de produtos alimentícios e o novo regulamento de cosméticos, em vigor desde julho deste ano. 

Ana de Pina Teixeira, presidente do Conselho de Administração do Grupo SGS Portugal, considera que “acima de tudo, a grande afluência a este evento deveu-se à grande qualidade dos intervenientes e ao tema, em si, sempre premente e relevante num mundo globalizado e com acesso fácil a uma comunicação nem sempre adequada do que é risco, do que é fraude e do que é irrelevante. O que sai deste seminário é o dinamismo que a SGS continua a ter no mercado e o conhecimento interno ao nível dos seus técnicos, sempre suportado por um dos mais antigos e credíveis laboratórios particulares em Portugal”. 

Painel de responsáveis de entidades e especialistas oradores, que deram conta do estado da arte no domínio da qualidade e segurança alimentar em Portugal:

  • Patrícia Inácio, Dir. Serviços Seg. Alimentar da Direção Geral de Veterinária
  • Laurentina Pedroso, Bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários
  • Pedro Queiroz, Diretor Geral da FIPA
  • Jorge Reis, Subinspetor da área técnica da ASAE
  • Teresa Moreira, Diretora Geral do Consumidor
  • Tim Hogg, Administrador da Portugal Foods
  • Miguel Monteiro, Auditor da SGS ICS
  • Ana Duarte, Diretora Geral da RELACRE
  • Filomena Menezes, Auditora da SGS ICS
  • Pedro Tavares, OnStrategy/Reputation Institute
  • Nazaré Carrolo, Formadora e Auditora da SGS
  • Fernando Bernardo, Fac. Med. Veterinária de Lisboa
  • Ana Machado, Diretora Técnica do SGS Multilab
  • Ana Oliveira, Project Manager da SGS
  • Gonçalo Almeida, Fac. Biotecnologia da UCP
  • Isabel Berger, Auditora Coord. da SGS ICS
  • Raquel Silva, Auditora Coord. SGS ICS
  • Hubert Brundu, Cosmetics, Personal Care & Households SGS Global Technical Manager
  • Teresa Branco, Responsável Técnica SGS
  • Carlos Damas, Docente na ESTeSL
  • Fernando Bellém, Docente na ESTeSL 

Com este evento, também comemorativo dos 25 anos em Portugal do SGS MultiLab, criou-se um debate atual e profundo sobre as temáticas da Segurança Alimentar e o controlo dos riscos em toda a cadeia de valor.