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A comunidade global está a unir todos os esforços com vista à descarbonização do planeta, de forma a controlar o aumento de temperatura que tem conduzido a alterações climáticas com consequências muito adversas para o nosso planeta. Um dos mais importantes compromissos é a assinatura do Protocolo de Paris por parte dos países mais poluentes, nomeadamente China, Estados Unidos da América e União Europeia.

Ainda durante a vigência do Protocolo de Quioto na União Europeia, os Estados-membros comprometeram-se a cumprir as Metas denominadas 20- 20-20, isto é, redução das suas emissões em 20%, aumento da eficiência energética em 20% e assegurar que 20% do consumo energético provém de energias renováveis até 2020, tendo como objetivo adicional a redução, até 2030, de 40% das emissões dos gases de efeito de estufa.

De acordo com o Worldwatch Institute , a construção de edifícios consome anualmente cerca de 40% da pedra, gravilha e areia produzidas a nível global e 25% da madeira virgem. Os edifícios são também responsáveis pelo consumo de 40% da energia e 16% da água consumida por ano a nível mundial. Alinhada com esta estratégia, a eficiência energética, responsabilidade social e responsabilidade ambiental são alguns dos catalisadores que transformam atualmente o mercado imobiliário, existindo uma consciencialização cada vez maior para a edificação sustentável.

É inevitável assumirmos que são inúmeros os impactos negativos ao nível ambiental, social e económico que advêm da construção e renovação de edifícios.

Por exemplo, a extração de materiais naturais pode conduzir à extinção dos recursos e da diversidade biológica, a produção e transporte de materiais de construção consome energia e gera emissões tóxicas que contribuem para o aquecimento global, chuvas ácidas e Smog e a má qualidade do ar interior pode conduzir a uma diminuição da produtividade do trabalhador e causar danos irreversíveis na saúde humana.

Neste contexto, é essencial o desenvolvimento de uma estratégia sustentável no setor imobiliário que tenha em conta o impacto ambiental de cada uma das partes que compõe o edifício, analisando as fases de construção, utilização e demolição, para que seja possível reduzi-lo ao máximo e, se for possível, eliminá-lo completamente. Para que isto seja possível, é extremamente importante o desenvolvimento de novas tecnologias para projetar, avaliar, usar e reciclar arquitetura, engenharia e economia.

O esforço efetuado na construção e manutenção de um edifício deve ter em consideração uma economia de recursos, no sentido de encontrar um equilíbrio entre o custo necessário para a produção e o benefício do produto realizado. Esta lógica económica deve ainda ser sustentável, ou seja, a construção e manutenção devem ser geridas a pensar no futuro. Por exemplo, não é sustentável um edifício que consome demasiada energia para garantir determinados níveis de conforto. Será sustentável um edifício que reutiliza materiais cuja durabilidade excedeu a vida útil do edifício no qual estavam anteriormente integrados.

Os promotores imobiliários são os agentes que, na cadeia de valor da construção de empreendimentos, mais influenciam as regras a adotar tendo em conta os compromissos de garantia da qualidade da construção e sustentabilidade. Os projetistas e empreiteiros agem em conformidade com os princípios definidos pelos promotores imobiliários, pelo que, o setor imobiliário tem tido um contributo inegável para a sustentabilidade do planeta. Os Sistemas de Avaliação e Certificação promovem a adaptação de boas práticas que assumam o cumprimento dos três pilares, económico, social e ambiental, criando valor acrescentado para os promotores imobiliários e futuros utilizadores do espaço. Para além disto, apoiam a tomada de decisão e permitem criar e aplicar medidas e sistemas que conjugam eficiência financeira e consciência social e ambiental.

DOMUSNATURA
É o contributo para uma construção mais sustentável. O DomusNatura conjuga o fator qualidade do DomusQual com fatores como a preocupação ambiental, eficiência energética e gestão eficiente dos recursos, visando o aumento do conforto e a redução de custos de utilização. 

BREEAM NC
BUILDING RESEARCH ESTABLISHMENT’S ENVIRONMENTAL ASSESSMENT METHOD
Trata-se de um Sistema de Avaliação e Certificação para novos edifícios, baseado na performance, com o objetivo de minimizar os efeitos negativos dos edifícios nos ambientes locais e globais, promovendo o conforto e saúde nos espaços interiores. 

LEED

LEADERSHIP IN ENERGY AND ENVIRONMENTAL DESIGN
O LEED é um Sistema de Avaliação e Certificação alternativo; Estabelece um padrão comum de avaliação dos edifícios e assume-se como exemplo para a construção “verde”.

Para mais informações, por favor contacte:
tel: 808 200 747 (Seg. a Sex. das 9h às 18h)
@: pt.info@sgs.com