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As questões de responsabilidade social encontram-se atualmente no topo das preocupações das organizações uma vez que o seu sucesso depende, a longo prazo, tanto do seu desempenho económico como social e ambiental.

A conduta e práticas laborais de fornecedores e respetivos subcontratados, no que diz respeito ao cumprimento das regras definidas, não só pelos Códigos de Conduta dos clientes mas também pelas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), necessitam igualmente de ser verificadas e medidas.

As auditorias sociais dão resposta a esta necessidade uma vez que são a forma de verificar, medir, compreender, relatar e, finalmente, melhorar o desempenho social e ético da organização, ajudando a reduzir as diferenças entre a sua política de responsabilidade social e a realidade.

Aumentar a transparência e melhorar os canais de comunicação envolvendo tanto a gestão de topo como os trabalhadores é também um dos benefícios destas auditorias. Estas têm um impacto direto na gestão das organizações ao valorizar a voz das partes interessadas, incluindo não só os colaboradores e respetivas minorias (religiosas ou étnicas, entre outras) ,grupos desprotegidos, como os emigrantes as Organizações Não Governamentais, mas também clientes e fornecedores.

Assim as auditorias sociais, promovem o desenvolvimento sustentável através da melhoria das condições de trabalho uma vez que as boas condições de trabalho permitem atrair clientes e marcas internacionais, manter os colaboradores, diminuir o risco de incumprimento legal, melhorar a gestão do risco, a qualidade e a organização interna.

Uma auditoria social pode ser iniciada por qualquer empresa que procura avaliar e/ou demonstrar a sua conformidade com legislação local no que diz respeito às suas práticas laborais. Pode igualmente ser iniciada por um comprador para verificação da conformidade das práticas éticas do fornecedor no que diz respeito à sua relação com colaboradores e subcontratados e a extensão/grau de cumprimento do seu Código de Conduta na respetiva cadeia de abastecimento.

O Código de Conduta de uma organização compreende o conjunto dos princípios que definem o seu comportamento para com os colaboradores, fornecedores e subcontratados, respeitando a deontologia do ramo em que atuam e os valores que permitem um correto desempenho da empresa na sociedade onde se encontra inserida. A maior parte dos Códigos de Conduta são muito semelhantes entre si e quase todos se baseiam nas Convenções da OIT.

Assim, tipicamente, durante as auditorias sociais é verificada a conformidade dos seguintes pontos: trabalho infantil, trabalho forçado, segurança e saúde ocupacional, liberdade de associação, emprego regular, salários e horas de trabalho. Estes pontos podem ser combinados com outros requisitos específicos do Código de Conduta utilizado como base na auditoria, como por exemplo, ambiente e boas práticas de negócio.

Uma auditoria completa inclui uma visita ao local de trabalho, análise de procedimentos e registos, tais como salários e tempos de trabalho. As entrevistas privadas com colaboradores da fábrica são também fundamentais nas auditorias sociais, para além das entrevistas com os responsáveis da fábrica e supervisores.

A maior parte das organizações adota um processo de análise de risco para decidir quais os fornecedores que necessitam de ser auditados e com que regularidade, sendo este processo parte do normal funcionamento da sua atividade de gestão de fornecedores.

Na decisão da periodicidade das auditorias é necessário ter em consideração que, apesar das auditorias permitirem aceder a muita informação, uma auditoria isolada raramente dá uma visão global da empresa auditada. As auditorias são mais eficazes quando relatórios de auditorias periódicas são analisados em conjunto para melhor compreensão do local de fabrico ao longo do tempo.

As organizações dependem em grande parte das auditorias para conhecer a realidade das fábricas e locais de trabalho que produzem e fornecem os seus produtos.

A crescente procura da melhoria do desempenho social indica também que no futuro se mantenha a necessidade de auditorias sociais dado o seu papel enquanto forma de avaliar este desempenho.

Assim, as auditorias são uma importante ferramenta no processo de gestão do risco da cabeia de abastecimento, sendo improvável que ocorra uma diminuição desta necessidade num mercado cada vez mais global.

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