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A segurança alimentar é um tema cada vez mais relevante, devido não só à crescente procura por uma melhor qualidade de vida mas também por uma maior consciencialização dos consumidores quanto ao direito de adquirir produtos seguros para a sua saúde.

Ao longo do tempo tem existido uma necessidade crescente de aumentar a oferta de alimentos, o que tem levado a uma maior proteção das plantas, que é feita maioritariamente à base do uso de defensivos agrícolas. Os defensivos agrícolas são produtos de origem química ou biológica, usados nos períodos de pré e pós-colheita, na prevenção, combate e controle de doenças e pragas que atacam as diferentes culturas. Tendo em conta o modo de ação, estas substâncias pode ser divididas em inseticidas, herbicidas, fungicidas, bactericidas, cupinicidas, acaricidas, formicidas, nematicidas e reguladores de crescimento. A sua utilização pode levar à existência de resíduos nos alimentos, exigindo assim um elevado controlo em laboratório, através de métodos validados e acreditados, dos níveis de concentração dos resíduos.

O uso de defensivos agrícolas de origem química (pesticidas) tem uma ação positiva na cultura durante um determinado tempo – intervalo de segurança - passado o qual, e havendo condições ambientais favoráveis, as moléculas tendem a degradarem-se, deixando de existir contaminação no alimento. De forma a reduzir a probabilidade de existência de contaminantes nos produtos alimentares, os agricultores devem cumprir os intervalos de segurança de cada produto, o qual é definido pelo seu fabricante.

Os produtores agrícolas de alimentos que entrem na cadeia humana e/ou animal, as organizações de produtores ligados a estes alimentos, bem como as empresas de transformação de alimentos e os grossistas e retalhistas de alimentos para consumo em fresco têm a responsabilidade de efetuar este controlo, garantindo assim os níveis de segurança dos produtos.

Os produtores deverão realizar uma análise de resíduos de pesticidas 2 a 7 dias antes da colheita, atrasando a mesma caso se verifiquem concentrações superiores ao permitido em algumas das substâncias analisadas e, posteriormente, repetindo a análise. As restantes organizações, deverão proceder à análise  2 a 7 dias antes do produto ficar à disposição do consumidor final.

Este tipo de análise e a monitorização do valor dos resíduos dos produtos é essencial para manter a segurança dos consumidores e também para credibilizar as organizações envolvidas desde o processo de produção até à distribuição final.

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