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O setor têxtil representa uma parte importante da indústria transformadora Portuguesa, desempenhando um papel crucial na economia e no bem-estar de muitas famílias.

Trata-se de uma indústria com uma longa história, na qual os bens produzidos vão desde fios sintéticos de alta tecnologia até vestuário, roupa de cama e banho em algodão, filtros industriais, entre outros.

A indústria têxtil possui uma das maiores e mais complexas cadeias produtivas. É um setor fragmentado e heterogéneo dominado por empresas de pequena e média dimensão com uma procura maioritariamente dominada por três utilizações finais: vestuário, têxteis-lar e têxteis para utilização industrial.

A indústria têxtil pode ser dividida em numerosos subsetores:

  • Tratamento de matérias-primas, preparação ou produção de variadas fibras têxteis e produção de fio, quer através da fiação de fibras naturais como o algodão, a lã ou a seda, quer através da produção de fibras de celulose regenerada como a viscose e o bambu mas também fibras sintéticas como o poliéster;

  • Produção de tecidos e de malhas (tecelagem e tricotagem);

  • Acabamento: branqueação, estamparia, tingimento;

  • Transformação de tecidos em artigos finais, incluindo a produção de vestuário, artigos de casa e banho e produção de têxteis técnicos ou industriais.

A indústria têxtil encontra-se entre as maiores utilizadoras de produtos químicos. Para além dos produtos químicos utilizados para lubrificação, encolagem, mercerização e branqueação, o consumo mais significativo é o de auxiliares têxteis e corantes.

Os corantes têm diversas e complexas estruturas químicas e existe uma vasta gama em utilização comercial.

No que diz respeito a auxiliares têxteis, o seu consumo é muito significativo na fase do acabamento. O acabamento é o último passo da produção de tecido, conferindo-lhe as suas propriedades comerciais finais no que diz respeito a aparência, brilho, toque, entre outros aspetos.

Os acabamentos têxteis representam uma área de grande variabilidade no processo de produção. Uma vasta oferta de acabamentos está agora disponível, melhorando as propriedades dos produtos têxteis, como por exemplo, resistência aos vincos, ou conferindo propriedades funcionais com a prevenção do desenvolvimento de odores, através de agentes antimicrobianos.

A importância e a abertura do consumidor para materiais têxteis com propriedades funcionais continuam a crescer. No entanto este crescimento deve ser acompanhado dos testes e amadurecimento necessários para a confirmação da segurança dos produtos químicos utilizados nestes novos artigos. As crescentes exigências do mercado pressionam os fabricantes de produtos químicos e acabadores têxteis no sentido da constante evolução de modo a conseguir cumprir as exigências dos clientes, ao menor custo possível.

A rápida evolução tecnológica assim como uma crescente especialização dos materiais têxteis acompanha as tendências de moda, conforto e preço de um consumidor final cada vez mais informado e atento. A tradicional separação dos processos têxteis está a tornar-se menos distinta como resultado da sua cada vez mais próxima interdependência, portanto, o setor têxtil está em constante evolução como resultado da reestruturação do negócio, modernização e adaptação à mudança tecnológica.

Enquanto uma das indústrias mais químicas do mundo, 9.3 milhões de toneladas de produtos químicos são utilizados anualmente para a produção de artigos têxteis.

Muito destes produtos químicos são utilizados para atingir a cor, efeito ou funcionalidade desejados. Contudo, se não forem usados de forma correta e eficaz, poderão ser descarregados das fábricas, causando problemas ambientais globais.

O uso inapropriado destes produtos químicos é uma questão-chave. Este problema deve-se, sobretudo, ao conhecimento limitado sobre os produtos químicos, a uma identificação inadequada dos riscos e à falta de inventariação dos mesmos.

Uma monitorização insuficiente, aliada a lacunas técnicas, impede que a indústria compreenda a origem dos problemas e, consequentemente, que esta evolua para uma produção ambientalmente responsável.

O programa “Zero Discharge” da SGS aborda as questões químicas e ambientais na cadeia de abastecimento, disponibilizando apoio técnico e soluções viáveis às marcas, retalhistas e a outros players da cadeia de valor, através de três áreas estratégicas.

  • Formação (Formação e Gestão do Conhecimento), apoiando a cadeia de abastecimento a desenvolver competência técnica e know-how;

  • Avaliação (Avaliação do risco químico), disponibilizando amostragem no local, testes e avaliação da fábrica para definição da situação atual como referência;

  • Implementação (Boas Práticas e Implementação do Sistema), incentivando o desenvolvimento de um sistema de gestão de produtos químicos eficaz e a implementação das boas práticas ao longo de toda a cadeia de abastecimento.

Este programa auxilia as empresas a tomarem consciência da sua situação atual no que diz respeito ao controlo/utilização adequada dos produtos químicos e, partindo deste ponto, a atingir a respetiva otimização.

Para mais informações, por favor contacte:
tel: 808 200 747 (Seg. a Sex. das 9h às 18h)
@: pt.info@sgs.com