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Por cultura de segurança alimentar entende-se um conjunto de atitudes, valores partilhados e comportamentos capazes de refletir as preocupações de uma organização com a segurança alimentar.

Cultura de segurança alimentar

Fundamental para o funcionamento eficaz de um programa de segurança alimentar — ou um sistema de gestão da segurança alimentar — é a capacidade de uma organização criar uma verdadeira cultura interna focada neste tema. Mais do que apenas procurar cumprir os requisitos de um determinado programa com vista à obtenção de uma certificação específica, seja ela a ISO 22000, FSSC 22000, IFS ou BRCGS, os líderes de uma empresa devem procurar fomentar uma forma correta de operar neste contexto específico, tornando cada um dos seus colaboradores num agente de primeira linha para o garante da segurança alimentar.

Como promover uma cultura de segurança alimentar?

Uma cultura de segurança alimentar é o resultado de um esforço organizacional complexo e multidisciplinar, através da hierarquia da sua organização, com vista ao incrementar da capacidade de adaptação e resposta da sua empresa. De facto, uma cultura de segurança alimentar positiva e bem implementada vai gerar benefícios que vão além da segurança dos produtos em si, e que podem ser verificados ao nível do crescimento do negócio, da conformidade legal, da sustentabilidade e até da reputação da sua marca.

Liderança

Tudo deve começar na liderança da sua organização. São os gestores no topo da hierarquia que, definindo ferramentas, espaços, e condições de trabalho adequadas, garantindo a formação dos seus trabalhadores, e assegurando a revisão e melhoria contínua dos processos internos, têm responsabilidades diretas na segurança alimentar dentro da sua unidade produtiva. Também no seu quotidiano, os líderes devem dar o exemplo, nomeadamente respeitando todas as regras que se aplicam à sua força de trabalho. Exemplos básicos podem ser o uso de equipamento de proteção individual apropriado (como máscaras e luvas) ou a frequente higienização das mãos aquando da visita à unidade produtiva.

Responsabilidade individual

Cada trabalhador deve também ser encorajado a tomar responsabilidades e a zelar pela qualidade do seu trabalho. Com impacto próximo e direto na sua cadeia de produção, os seus colaboradores são a primeira linha na deteção de eventuais problemas ou riscos para a segurança alimentar, sendo aqueles que mais rapidamente podem agir para garantir a integridade do seu produto (através de medidas de mitigação ou mesmo de minimização de riscos futuros).

É, por isso, muito importante que todos os seus trabalhadores conheçam os objetivos de segurança alimentar da sua organização, o funcionamento global do seu sistema de gestão de segurança alimentar, as suas métricas e os seus objetivos individuais. Além disso, torna-se também importante que os seus momentos de interação com Recursos Humanos ou hierarquia, nomeadamente nos momentos de admissão e avaliação, possam também refletir estas preocupações. Cada trabalhador deve conhecer, de forma clara, as expectativas e responsabilidades que recaem sobre si, assim como os critérios utilizados no aferir da sua performance neste âmbito.

Comunicação e formação

Este tipo de fatores pode ser amplificado através de uma boa comunicação interna e de sessões de formação adequadas. Numa abordagem de minimização de riscos e de melhoria contínua, ganha preponderância a reiteração continuada da importância deste tema e dos perigos da sua não-observância. Campanhas de comunicação através dos órgãos internos (posters, intranet, televisão interna, etc.) de uma organização, fornecem um espaço privilegiado para este tipo de mensagem, e a formação regular deve fazer parte do percurso dos seus trabalhadores.

Melhoria contínua

Conforme já referido, a promoção de uma cultura interna de segurança alimentar é um projeto de espetro alargado, continuado, e não uma ação pontual. A existência de medidas e processos de monitorização e avaliação é, por isso, passo fundamental para garantir o aprimoramento constante deste aspeto. Defina critérios de avaliação, realize auditorias internas às suas ações em prol da segurança alimentar, reveja e regularmente documentos-chave, como o seu Sistema HACCP, sobretudo após a introdução de alterações aos seus processos internos.

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